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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

EMPRESA DESENTUPIDORA ABC: 11 5522-9000

Entupimentos não avisam quando vão acontecer.

Indícios como lentidão para escoar as águas, retorno pelos ramais de pias, ralos, vasos sanitários e de esgotos indicam que as tubulações estão parcialmente entupidas, a caminho da obstrução total ou prestes a entrar em colapso. 
Entupimentos na pia da cozinha, no ralo do banheiro, no vaso sanitário são desesperadores.
Nestes casos, a solução tem que ser imediata! Aí, você se pergunta: o que devo fazer para contratar uma empresa desentupidora? Quais critérios devo considerar para fazer uma boa escolha?
Veja estas dicas úteis da empresa desentupidora ABC.
- Peça indicação de alguém de sua confiança que já tenha utilizado serviços de desentupidoras. Essa é uma ótima medida!
- Avalie também a qualidade do atendimento desde o momento da sua solicitação.
- Não chame curiosos, que fazem de tudo.
- Empresas especialistas costumam ter uma melhor performance.
- Não aceite preço por telefone. Escolha a empresa que faça a avaliação no local.
- Visita e orçamento grátis também deve ser considerado.
- A contratação deve ser formalizada por escrito, descrevendo em um memorial os serviços contratados, preço, condições de pagamento e garantias.
- Uma dica muito importante é, se for possível, contratar a execução de serviços preventivos.

A Desentupir 24h, empresa líder em soluções de desentupimento, dispõe de sistema estratégico de Geolocalização e estrutura operacional para atender prontamente, dia e noite.
A unidade empresa desentupidora ABC presta atendimento eficaz em toda região do ABC. Afinal, nessas horas, rapidez é imprescindível!
A empresa desentupidora ABC atende residências, comércio, indústrias e condomínios, 24 horas. É só ligar: 11 5522-9000 ou acessar: www.desentupir24h.com.br. Nossos canais de atendimento estão adequados e funcionando em todas plataformas de comunicação.
Especialista em saneamento, a empresa desentupidora ABC executa serviços de hidrojateamento em tubulações, esgotamento e limpeza de fossas, poços de recalque, caixas de gordura, redes de esgotos e pluviais. Dispõe ainda de modernos equipamentos de vídeo inspeção robotizada e muito mais. Entupiu? Ligue: 11 5522-9000 empresa desentupidora ABC.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

DESENTUPIDORA? NÃO ARRISQUE! 11 5522-9000

O que é uma desentupidora especializada?

É toda desentupidora que mantém foco técnico e profissional em desentupimento de canalizações e dutos em geral, e que aprofunda seus conhecimentos na competência.

Porque contratar uma desentupidora especializada?

Desentupir 24 DesentupidoraÉ muito mais seguro e econômico. Sua infraestrutura e equipamentos permitem solucionar todo e qualquer desentupimento de esgoto, ramais de vasos sanitários, pias, tanques, ralos pluviais, galerias e muito mais, independentemente do diâmetro e da extensão, seja em residências, indústrias ou comércios.
Outro fator que deve ser considerado, são os pareceres técnicos, documentos e garantias de todo serviço executado, fornecidos exclusivamente por empresas que oferecem segurança jurídica, preservação da imagem e construção de reputação positiva, frutos de sua performance em um mercado cada vez mais competitivo na disputa por um consumidor mais informado e exigente. Curiosos? Nem pensar!
Como são cobrados os serviços de uma desentupidora?
A cobrança dos serviços de desentupimento é feita com base na metragem trabalhada, usando o critério da proporcionalidade, fator que customiza o preço.
Desentupimento de caixa de esgoto Desentupir 24hNão aceite preço por telefone! Escolha empresas desentupidoras que vão até o local sem cobrar visita ou pela proposta orçamentária. A dimensão, extensão, perfil de utilização, histórico de manutenção, entupimentos recorrentes, metodologias e equipamentos são alguns dos fatores essenciais para composição do orçamento para realização de desobstrução de tubulações. Convenhamos que por telefone, a avaliação destes dados seria absolutamente insuficiente e imprecisa. Caso tenha em mãos a planta hidráulica no local, apresente-a ao técnico da empresa desentupidora. É uma boa ideia!
A Desentupir 24h se apoia na máxima de seu tripé filosófico:
1 – Oferecer as melhores soluções em desentupimento;
2 – Reconhecimento é tudo;
3 – Vale a pena ser fiel.

Qual é a melhor opção: trocar a tubulação ou fazer o desentupimento?

A resposta pra essa pergunta é simples: cada caso, é um caso!
Na maioria das vezes, é mais barato fazer o serviço de desentupimento, executado de forma rápida, segura e eficaz, sem ter que quebrar pisos e paredes, sem preocupação com mão de obra de pedreiro e encanador, sem remendos que nunca ficarão como antes, sem falar nos transtornos de uma obra com sujeira, entra e sai de pessoas e impossibilidade de usar o sistema até que a construção da nova rede seja concluída.
Pior ainda, é o impacto causado pela construção de um novo sistema se comparado a um reparo localizado e pontual, que devolveria a funcionalidade do sistema. Avalie sempre o melhor custo beneficio, se informe sobre a reputação, idoneidade e capacitação da empresa. Faça uma ótima escolha.
Desentupimento de pia Desentupir 24hAlém das melhores soluções em desentupimentos, dentre outras especialidades da Desentupir 24h estão a execução de serviços de vídeo inspeção (clique aqui e saiba mais sobre vídeo inspeção), limpeza de fossas. caça vazamento de esgoto e caça vazamento de agua limpa presurizada (alta de consumo), hidrojateamento.
Maiores informações: utilize os canais de comunicação. Central de Atendimento: 11 5522-9000 ou atendimento digital (clique aqui). Entupiu ? 11 5522-9000


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Dicas de economia de água

De acordo com a ONU, cada pessoa necessita de cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene. No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia. Gastar mais de 120 litros de água por dia é desperdiçar a água. 

 Veja algumas dicas de como economizar água - sem prejudicar a saúde e a limpeza da casa e a higiene das pessoas: 

Saiba mais 

Lugar de lixo é no lixo. Jogando no vaso sanitário você pode entupir o encanamento. A Desentupidora Desentupir 24h é especializada em desentupimento de esgoto.  A Desentupidora Desentupir 24h também atua no desentupimento de pia e no  desentupimento de ralo. Vazamentos causam grande desperdício de água. Está com problemas de vazamentos? A Desentupidora Desentupir 24h resolve!

terça-feira, 13 de maio de 2014

A importância da caixa de gordura


Caixas de gordura são locais destinados a reter, na sua parte superior as gorduras, graxas e óleos contidos no esgoto, formando camadas que devem ser removidas periodicamente, evitando que estes componentes escoem livremente pela rede de esgoto, causando obstrução da mesma (ABNT, 1999).
A caixa de gordura deve ser instalada na saída da água utilizada na pia e na máquina de lavar louças e antes de chegar à rede pública de esgoto - é um pequeno tanque que retém a gordura lançada na pia ou presente na louça e panelas das casas e restaurantes. Quando esfria, a gordura se transforma em blocos sólidos que se fixam nas paredes das tubulações, reduzindo o espaço para a passagem do esgoto, e, por conseqüência, provocando entupimentos e transbordamentos. Se a rede coletora de esgoto estiver entupida, há risco de o esgoto retornar para dentro do imóvel.
A gordura causa obstrução da rede de esgoto. Para cada situação, uma equipe de manutenção precisa interromper seus serviços e deslocar-se até o local para fazer a limpeza e desentupir a rede. A gordura vai parar na rede de esgoto porque há imóveis onde a caixa de gordura não foi instalada. A função da caixa é reter este tipo de material, que, periodicamente, deve ser retirado da caixa e destinado adequadamente.
A caixa retém a gordura porque esta não se mistura com a água. A gordura acaba boiando na superfície da caixa e a água utilizada na cozinha segue, então, pela tubulação de esgoto. A implantação da caixa de gordura não é cara, principalmente considerando-se a relação custo/benefício. É encontrada em lojas de material de construção.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da NBR 8160, orienta sobre a construção de todos os tipos de caixa de gordura. Consultando a Norma é possível saber o dimensionamento para cada imóvel. Em residências com até duas pias, a caixa precisa ter capacidade mínima para 18 litros. As caixas de gordura devem ser instaladas no lado interno do alinhamento predial, não sendo permitidas no passeio.
Instalada na rede interna de esgoto, a caixa pode ser de plástico (PVC), fibra de vidro, concreto ou alvenaria. Deve ser instalada em local de fácil acesso, ter tampa removível (para permitir a limpeza) e estar completamente vedada para garantir seu bom funcionamento.
O óleo de fritura nunca deve ser despejado na pia porque vai se acumular na caixa de gordura. Também não deve ser jogado nas bocas de lobo ou bueiro por onde é escoada a água da chuva, pois pode contaminar o solo ou a água. A orientação é guardá-lo em um vidro. Quando o vidro estiver cheio, entregar em postos de coleta.
 É importante verificar as condições da caixa de gordura a cada 30 dias ou com frequência maior, caso na cozinha sejam lavados utensílios muitos engordurados, ou se há o uso constante de óleo de fritura, seja em frigideiras ou chapas. Uma caixa entupida pode causar mau cheiro e vazamentos através da tampa, entupimento da rede interna, retorno do esgoto para dentro das casas pelos ralos e escoamento lento no ralo da pia.
Para limpar a caixa, a pia não deve estar sendo utilizada. A Desentupidora Desentupir 24h é especializada em limpeza de caixas de gordura, caixas de decantação, poços de recalque, esgotamento de inundação. Realiza a limpeza e raspagem de todos os resíduos e detritos acumulados nas paredes internas das tubulações eliminando odores provocados por gases.
A falta de limpeza de sua caixa de gordura poderá lhe causar alguns transtornos, tais como:
- Transbordamento através da tampa;
- Entupimento das canalizações;
- Escoamento lento da água pelo ralo da pia;
- Mau cheiro.

 A empresa DESENTUPIDORA Desentupir 24h – CAIXA DE GORDURA: Trabalha na limpeza e remoção de detritos utilizando equipamentos de última geração, caminhões auto vácuo, alta pressão e hidrojateamento equipados com tanque de 7m³ e 12m³.
Com alta experiência em desobstruções de tubulações e galerias de ESGOTO com diâmetros de 6” polegadas até 80cm de diâmetro. 


Fonte: SANEPAR

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Legislação ambiental aplicada à efluentes



De acordo com o Decreto Estadual 8468/76, onde houver sistema público de esgotos, em condições de atendimento, os efluentes de qualquer fonte poluidora deverão ser nele lançados.
Ainda estabelece que os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados em sistema de esgotos, provido de tratamento com capacidade e de tipo adequados, se obedecerem às seguintes condições:
I - pH entre 6,0 (seis inteiros) e 10,0 (dez inteiros);
II - temperatura inferior a 40º C (quarenta graus Celsius);
III - materiais sedimentáveis até 20 ml/l (vinte mililitros por litro) em teste de 1 (uma) hora em "cone Imhoff";
IV - ausência de óleo e graxas visíveis e concentração máxima de 150 mg/l (cento e cinqüenta miligramas por litro) de substâncias solúveis em hexano;
V - ausência de solventes, gasolina, óleos leves e substâncias explosivas ou inflamáveis em geral;
VI - ausência de despejos que causem ou possam causar obstrução das canalizações ou qualquer interferência na operação do sistema de esgotos;
VII - ausência de qualquer substância em concentração potencialmente tóxicas a processos biológicos de tratamento de esgotos;
VIII - concentrações máximas dos seguintes elementos, conjuntos de elementos ou substâncias:
a)arsênico, cádmio, chumbo, cobre, cromo hexavalente, mercúrio, prata e selênio - 1,5 mg/l (um e meio miligrama por litro) de cada elemento sujeitas à restrição;
b) cromo total e zinco 5,0 mg/l (cinco miligramas por litro) de cada elemento, sujeitas ainda à restrição;
c) estanho - 4,0 mg/l (quatro miligramas por litro), sujeita ainda à restrição;
d) níquel - 2,0 mg/l (dois miligramas por litro), sujeita ainda à restrição;
e) cromo hexavalente - total de 5,0 mg/l(cinco miligramas por litro;
f) cianeto - 0,2 mg/l (dois décimos de miligramas por litro);
g) fenol - 5,0 mg/l (cinco miligramas por litro);
h) ferro solúvel - (Fe2+) - 15,0 mg/l (quinze miligramas por litro)
i) fluoreto - 10,0 mg/l (dez miligramas por litro)
j) sulfeto - 1,0 mg/l (um miligrama por litro);
l) sulfato - 1.000 mg/l (mil miligrama por litro);
IX - regime de lançamento contínuo de 24 (vinte e quatro) horas por dia, com vazão máxima de até 1,5 (uma vez e meia) a vazão diária;
X - ausência de águas pluviais em qualquer quantidade.


Os efluentes líquidos, excetuados os de origem sanitária, lançados nos sistemas públicos de coleta de esgotos, estão sujeitos a pré-tratamento que os enquadre nos padrões estabelecidos acima citados. O lodo proveniente de sistemas de tratamento das fontes de poluição industrial, bem como o material proveniente da limpeza de fossas sépticas, poderá, a critério e mediante autorização expressa da entidade responsável pela operação do sistema, ser recebido pelo sistema público de esgotos, proibida sua disposição em galerias de águas pluviais ou em corpo d'água.
Os efluentes líquidos provenientes de indústrias deverão ser coletados separadamente, através de sistemas próprios independentes, conforme sua origem e natureza, assim destinados:
I - à coleta e disposição final das águas pluviais;
II - à coleta de despejos sanitários e industriais, conjunta ou separadamente, e;
III - às águas de refrigeração.
    Os despejos referentes à coleta de despejos sanitários e industriais, deverão ser lançados à rede pública através de ligação única, cabendo à entidade responsável pelo sistema público admitir, em casos excepcionais, o recebimento dos efluentes por mais de uma ligação.
  O lançamento de efluentes em sistemas públicos de esgotos será sempre feito por gravidade e, se houver necessidade de recalque, os efluentes deverão ser lançados em caixa de "quebrapressão", da qual partirão por gravidade para a rede coletora.
  O lançamento de despejos industriais à rede pública de esgotos será provido de dispositivos de amostragem e/ou medição na forma estabelecida em normas editadas pela entidade responsável pelo sistema.
  Para efeito de aplicação das sanções cabíveis, as entidades responsáveis pelos sistemas públicos de esgotos comunicarão à CETESB as infrações constatadas, no tocante ao lançamento de despejos em suas respectivas redes em desconformidade com o instituído no Decreto Estadual 8468/76.

Referência

Decreto Estadual 8468/76

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Disputa por Recursos Hídricos

Há pouco mais de uma semana, os governos de São Paulo e Rio de Janeiro vive um embate. A razão é o projeto de São Paulo de captar água do Rio Paraíba do Sul e levá-la ao sistema Cantareira, grupo de reservatórios que abastece 15 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo e no interior do Estado. O problema é que este rio já abastece outras 15 milhões de pessoas no Grande Rio e no interior paulista. O governo fluminense é contra a proposta. Desde então, Rio e São Paulo trocam farpas e ameaças de processo publicamente.
Não se tinha notícia – até agora – de um conflito desta proporção, envolvendo os dois Estados mais ricos da federação e que coloca em jogo o abastecimento de 15% da população do país. "É o conflito mais sério que já tivemos", diz Sandra Kishi, procuradora regional da República e coordenadora do grupo de trabalho de águas do Ministério Público Federal (MPF).
O Rio alega que será prejudicado porque hoje não tem outra fonte de abastecimento. São Paulo retruca que a ligação não trará prejuízos ao Rio, porque só captaria 5% do volume fornecido atualmente ao Estado fluminense e que a medida será vantajosa para ambos os Estados porque, quando chover demais no reservatório que atende São Paulo, será possível guardar o excesso de água no reservatório que atende o Rio (e vice-versa), criando um sistema de estoque para quando chover pouco. O rio Paraíba do Sul abastece 15 milhões de pessoas.
São Paulo ainda alerta que o Rio não pode interferir na questão porque a ligação estaria dentro dos limites paulistas. "Providenciaremos os documentos necessários para a permissão", diz o secretário estadual de saneamento e recursos hídricos de São Paulo, Edson Giriboni, à BBC Brasil. "Sempre podemos recorrer à Justiça se necessário. Se vamos ou não fazer isso, depende deles".
Se a permissão for concedida a São Paulo, ela poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, instância onde são resolvidas as contendas entre Estados. "Não se pode dizer que vai fazer o que quiser porque o rio é fluminense ou paulista. O curso da água não respeita fronteiras", afirma Kishi, do MPF. "Essa decisão caberá ao comitê que administra a bacia do Paraíba do Sul."
Haver disputas por água no Brasil é uma situação que, a princípio, parece contraditória. O país detém 12% da água potável do mundo e sempre foi apontado como uma das regiões do planeta onde haverá menos riscos de falta de água neste século.
Mas a estiagem entre dezembro e fevereiro passados, a pior em oito décadas, mostrou que essa abundância é uma ilusão. Há muita água, mas ela está mal distribuída. Cerca de 80% fica na região amazônica, onde vive 5% da população. Os outros 95% dos brasileiros precisam dividir os 20% que restam.
Esse problema se agrava porque grande parte das fontes de água nas regiões mais populosas do país está poluída demais. Um levantamento da ONG SOS Mata Atlântica mostra que 40% de 96 rios, córregos ou lagos das regiões Sul e Sudeste apresentam qualidade ruim ou péssima. Quanto mais próximo dos centros urbanos, pior sua situação.
"A idéia de abundância nos mimou", diz Rômulo Sampaio, do centro de meio ambiente da escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio. "Os políticos não investiram o suficiente porque pensaram que não seria necessário e ainda maltratamos os recursos que temos."
Isso obriga cidades a ir buscar água cada vez mais longe. Em algum momento, seus interesses entram em conflito. É o que ocorre entre Rio e São Paulo e entre outros Estados brasileiros.
A Política Nacional de Recursos Hídricos foi criada em 1997 e, desde então, é o principal norte da gestão da água no país. Nela, foram estabelecidos princípios importantes, como a prioridade do abastecimento humano e de animais e o incentivo ao uso eficiente da água. Mas a lei não diz quem tem mais direitos sobre determinada fonte hídrica.
O advogado Paulo Affonso Leme Machado, ex-consultor da ONU e um dos mais respeitados especialistas em Direito ambiental no país, defende uma interpretação conjunta de três artigos da política que daria prioridade ao uso das águas de uma bacia aos habitantes dos municípios que existem nela.
"Isso não está expresso na lei, mas pode ser inferida porque ela estabelece a bacia hidrográfica como unidade mais importante do sistema hídrico, cria o controle do uso e afirma que tudo que é arrecadado com suas águas deve ser reinvestido, em primeiro lugar, na própria bacia", diz Machado.
A partir dessa interpretação, defendida também por outros juristas consultados pela BBC Brasil, São Paulo não teria o direito de usar recursos de uma bacia fora de seus limites geográficos em prejuízo de outras cidades que estão nesta bacia. "Fazer isso é mais que injustiça, é anarquia", diz Machado.
A permissão de uso do Cantareira expirará em agosto e está sendo rediscutida. Além da região metropolitana da capital paulista, este sistema abastece 76 cidades no interior do Estado, que pedem mais água além do limite atual para a região, de 3 mil litros por segundo.
No entanto, o Sistema Cantareira já opera no limite estabelecido por regras ambientais. Para o interior ter mais água, seria preciso reduzir o volume de 24,8 mil litros por segundo fornecido à Grande São Paulo, que por sua vez também pleiteia um limite maior. Não será possível atender às duas regiões sem causar danos ao sistema. Nesta semana, o nível do sistema Cantareira chegou a 14%, o mais baixo desde sua criação, em 1974.
As cidades do interior alegam que, na nova permissão de uso do Cantareira, é preciso haver uma distribuição mais equilibrada da água, princípio previsto em convenções internacionais sobre o tema. As cidades do interior afirmam que, se isso não for feito, sua economia não poderá mais crescer, porque novas indústrias que dependem de água não conseguirão licenças ambientais.
Estas cidades ainda questionam por que não foi cumprida a condição prevista na permissão de uso do Cantareira concedida há dez anos de fazer investimentos para reduzir a dependência da Grande São Paulo em relação a este sistema. "Pedimos explicações ao governo estadual para resolver isso na esfera administrativa, mas iremos à Justiça se as respostas não forem satisfatórias", diz a promotora Alexandra Faccioli, do Ministério Público Estadual.
O debate sobre o uso da água é mais relevante diante da previsão de que os conflitos hídricos serão mais comuns daqui em diante. Segundo o Pacific Institute (IP), um dos principais institutos de pesquisa sobre o tema do mundo, o número de disputas hídricas violentas no mundo quadruplicou na última década e o risco de novos conflitos só crescerá com a maior competição pelo recurso, o atual gerenciamento ruim das fontes hídricas e os impactos das mudanças climáticas
Antônio Carlos Zuffo, especialista em planejamento hídrico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ainda alerta que a oscilação histórica do clima acentuará a falta d’água. O pesquisador explica que entre 1970 e 2012 houve chuvas até 30% acima da média histórica. "Agora estamos entrando num período de algumas décadas de chuvas abaixo da média", afirma Zuffo. "A disputa por água se intensificará."
Os órgãos federais se dizem preocupados com esse acirramento dos conflitos e trabalham para mediá-los antes que se agravem a ponto de a única solução ser a via judicial. No caso específico entre Rio e São Paulo, isso significa fazer com que os dois Estados cheguem a um entendimento baseado em estudos sobre o aproveitamento das águas do Paraíba do Sul.
"Nosso papel é estimular um debate técnico e evitar a politização dessa questão, para que esse tipo de problema não caia na Justiça", afirma Rodrigo Flecha, superintendente de regulação da Agência Nacional de Águas (ANA).
Para o secretário nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, os dois Estados precisam chegar a um consenso quanto a uma gestão compartilhada destes recursos hídricos.
Fonte: BBC Brasil
A desentupidora Desentupir 24h se preocupa com a questão ambiental e atua de acordo com as exigências da legislação ambiental brasileira. Confira no site da desentupir dicas para economizar água:

terça-feira, 18 de março de 2014

Como é possível recuperar um rio poluído?


 Para a recuperação de um rio poluído é necessário coletar, destinar para o tratamento e tratar os efluentes, anteriormente de lançá-los no rio. De acordo com a Comissão Mundial de Águas, mais da metade dos maiores 500 rios do mundo enfrentam sérios problemas de poluição. No Brasil um exemplo disso é o Rio Tietê, um dos rios mais poluídos do mundo. Na região metropolitana de São Paulo, recebe 400 toneladas de esgoto por dia, sendo considerado morto por não possuir oxigênio, só sobrevivendo organismos que não necessitam de oxigênio como certos tipos de fungos e bactérias. 
  O principal poluente é o esgoto doméstico. "Quase 5 milhões de pessoas ainda têm seus detritos lançados diretamente no rio", afirma o engenheiro Lineu José Bassoi, da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
 O Rio Tâmisa na Inglaterra era o rio mais poluído da Europa no século XIX e foi despoluído a partir da década de 60 através de um sistema de estações de tratamento que removeu 100 % dos esgotos lançados no rio, que hoje é limpo e possui peixes vivendo no mesmo.
 A despoluição do Rio Tietê é mais difícil por que recebe um volume maior de esgoto e possui menor vazão, diluindo menos o esgoto, e por que há separação da água pluvial e do esgoto. "No Brasil, só o esgoto é filtrado. A galeria pluvial, que vai direto para o rio, possui um número imenso de ligações de esgoto clandestinas", diz o engenheiro Antonio Marsiglia Netto, da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
 Uma das soluções para tratar o esgoto seria instalar estações de tratamento dentro do próprio rio. Outra ação essencial é aumentar a quantidade de esgoto tratado, que hoje está em 64% na região metropolitana de São Paulo - tarefas que levarão pelo menos mais 20 anos.
Frentes de ação da limpeza do Rio Tietê
 Tratar a origem do problema
O Tietê sofre a ação de três tipos de poluição: a industrial, a difusa (formada pelo lixo de casas e das ruas levado pela chuva) e a do esgoto doméstico, a mais prejudicial de todas, sendo necessário ampliar a coleta de esgoto, estações de tratamento e fiscalizar lançamentos ilegais de esgoto no rio.
Barras de proteção
Parte do encanamento da rede de esgotos conta com grades para  barrar os resíduos sólidos que vão para o rio. 
Câmera espiã
Para identificar ligações de esgoto clandestinas nas galerias de águas pluviais (que recolhem a água da chuva), uma minicâmera passa pela tubulação. A cada ano, são descobertas 70 mil ligações irregulares!
Oxigênio em dose extra
Uma das melhores opções para remover a sujeira que cai no rio é a chamada estação de flotação. No fundo do rio, uma rede de tubos injeta microbolhas de oxigênio que fazem a sujeira boiar, facilitando sua retirada. Uma usina experimental de flotação, montada no rio Pinheiros (que joga água no Tietê), deve entrar em operação nos próximos dois meses.
Rebaixamento do leito
O aprofundamento de 2,5 metros da calha do Tietê, aumentando sua profundidade, visa evitar enchentes. Mas um fluxo de água maior também ajuda na despoluição. Além de areia e terra, as dragas já retiraram mais de 85 mil pneus do fundo do rio!
Filtragem limitada
Cerca de dois terços do esgoto da Grande São Paulo passam por uma das cinco estações de tratamento da região antes de chegar ao rio. A água que sai daqui para o Tietê é água de reuso - serve para irrigação e indústrias, mas não é potável.
Modernização industrial
Mercúrio, zinco, chumbo e outros metais pesados ainda aparecem no Tietê, mas em concentrações muito menores que em 1992, quando começou o trabalho de despoluição. Hoje, 90% das indústrias poluentes têm algum tipo de tratamento próprio para seu esgoto químico.
  Fonte: Ed. Abril por Rodrigo Ratier

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Brasil pode enfrentar falta de água

      
 De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) o Brasil pode chegar a problemas de abastecimento em mais da metade dos municípios em 2015. A ANA avaliou a quantidade de água doce disponível e a água necessária para abastecer 5.565 municípios, atingindo 71 % da população, ou 125 milhões de pessoas. De acordo com o Atlas Brasil, o déficit pode ocorrer em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Distrito Federal. Estima-se em 22 bilhões de reais o investimento necessário para evitar a escassez, objetivando ampliar as unidades de captação, adução e tratamento de água. o Atlas aponta ainda a necessidade de investimento em ampliação da rede de coleta e das estações de tratamento de esgoto. O diagnóstico está no Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água lançado pela ANA este ano. 



      A Desentupidora Desentupir 24h alerta sobre formas de evitar desperdício de água:
Evite vazamentos em encanamentos, torneiras, caixas de descarga e outras instalações. Há qualquer sinal de gasto excessivo com água ou de vazamento da rede de esgoto, contrate aDesentupidora Desentupir 24h!!!!

    A Desentupidora Desentupir 24h atua com desentupimento de esgoto através de métodos não destrutivos, sem quebrar a estrutura do imóvel, desentupimento de pia, desentupimento de ralo, Limpa fossa, detecção de vazamentos, hidrojateamento para desentupimento, limpeza de Caixas d`água e dedetização. 
Ligue 5522-9000

Fonte: Agência Nacional de Águas